sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Dicas de Livros de autores cametaenses (II)





Eu tenho paixão por livros de autores nascidos em Cametá e fico mais feliz ainda quando esses livros abordam temas relacionados a nossa cidade.
Hoje eu trouxe para vocês três livros incríveis e de gêneros variados, tem para todos os gostos. 
O primeiro é do autor Dagoberto Lopes de Barros, chama-se "Poesias e Contos Poéticos", lançado em 2013 a obra trás poemas que nos remete a vida em Cametá. De abordagem simples porém com muita personalidade, destaco os poemas "INSA" sobre um dos mais antigos colégios da cidade e "O Círio de Nazaré" que enaltece a tradição da religião católica no município.
Para quem ama poemas e poesias esse livro é perfeito, cheio de sentimento e muita personalidade.

O segundo livro é da autora Benedita Celeste de Moraes Pinto, "Filhas da Mata: práticas e saberes de mulheres quilombola na Amazônia Tocantina.", em 2010 nascia umas das obras que considero de maior importância para o cenário da história paraense. 
Com muita pesquisa de campo, a obra nos mostra a vida e cotidiano de mulheres parteiras, curandeiras e benzedeiras em localidades em Cametá e regiões próximas. Para todos os amantes de história, cultura e religião o livro também trás fotos das mesmas. Observamos em seus capítulos relatos das experiência dessas mulheres e como construíram um legado de respeito em nossa sociedade. 
Muitos trabalhos acadêmicos sitam esta obra, que também é proveitosa para uma leitura prazerosa para adentrar nos conhecimentos de nossas avós, vizinhas e bizas. Afinal quem nunca fora benzido? 

O terceiro livro é de Salomão Larêdo, "Terras dos Romualdos, país dos maparás", aqui no blog tem o link para você ir direto para o blog deste autor nascido na localidade de Vila do Carmo. 
Esta obra retrata o cenário cultural, histórico, econômico e religioso de Cametá e de cidades vizinhas como Mocajuba, Baião e Tucuruí.
Fotos antigas, escritores, monumentos, prédios históricos e etc.. podemos conhecer anos de história de Cametá em uma única obra. 
Eu sou muito grata por saber que existem autores que se importam em imortalizar nossa história através de suas obras. Então vamos valorizar e aproveitá-las. 

Cachaça de Jambú

Registro em Bar do Gato-Cametá.
Como professora de história e amante de tudo que envolve a cultura cametaense, me dedico totalmente ao que me disponho a fazer. Um exemplo disso foi experimentar a famosa "cachaça de Jambú" para trazer para vocês a opinião de experiência real que a mesma envolve.
Convidei um grupo de pessoas também para experimentar e dar a opinião. 
Para quem desconhece tal bebida, saibam que ela é produzida em diferentes cidades do estado do Pará, em Cametá vocês podem encontrá-la no "Bar do Gato", onde ela é produzida pelo pai do dono do estabelecimento.
Na minha opinião a bebida tem forte teor alcoólico, porém é muito saborosa. Tem uma sensação de dormência na boca a cada dose que não se compara a qualquer outra bebida que eu já tenha experimentado. Quem experimenta não esquece!
Confira a opinião dos amigos:
Isabely Rodrigues, estudante de Pedagogia:
"Eu achei uma experiência diferente, a boca treme e mal consigo falar."
Larissa Yamaguch, estudante de Administração:
"Eu achei uma cachaça muito forte, ela deixa um leve tremor na língua, um leve amortecimento na garganta. Eu achei uma delícia."
Christian Pereira, professor de Biologia e secretário-adjunto da SECULTD:
"É muito gostosa a cachaça, entretanto parece muito com tacacá."
Beto Cardoso, Contador e empresário (e meu marido também rs):
"Parece um tucupí, arde muito a boca. Está faltando o camarão"
Durval Damasceno Neto, empresário:
"A cachaça é boa, o gosto é bacana na boca porém quase eu desmaio vomitando."

Opiniões divergentes entre características positivas e negativas, se você é cametanese ou não, não deixe de prestigiar essa cachaça feita de uma planta tão presente na culinária paraense. Se você experimentar comenta aqui no post o que você achou, hein? 

Dicas de livros de autores cametaenses.



Ao lado do professor, escritor e presidente da Academia de Letras de Cametá João Batista (meu pai).

Você já leu a obra de algum autor cametaense?
Se sua resposta for "não" ou se faz tempo que você não lê, então neste post você vai conhecer dois livros de João Batista Pantoja Pereira, um autor cametaense incrível. O primeiro é de poemas e o segundo é de literatura de cordel. Além de uma leitura prazerosa para você, essas obras podem ser trabalhadas em sala de aula por sua natureza crítica e que mostram muito sobre a região. 
O primeiro livro chama-se "Aturiá", trata-se de uma obra com poemas sobre nossa região e de diferentes temas como: amor, família, religião, natureza entre outros.

Ressalto que em alguns poemas é enaltecida nossa cidade como, por exemplo, no poema de mesmo nome "Cametá". A seguir um pequeno trecho:

"Fica muito mais formosa
Quando o Tocantins
Está caudaloso
A te contemplar
Sem atormentar com as erosões
O cais que protege
As belezas da rainha
Do Tocantins a fervilhar de espumas
Das violentas correntezas."

De origem ribeirinha, o autor nascido na localidade de Cuxipiarí-Carmo, relata em seus poemas sobre religião, é possível no trecho de "Fé", observarmos como essas manifestações se davam  (e ainda se dão) nessas comunidades:

"Quase que sempre,
A presença de um santo
No rio em que eu morava,
A minha fé despertava.

A contribuição era ofertada
Em moeda corrente, 
Aves,
Perfumes,
Alimentos."

Alguns poemas são de críticas ao cenário econômico e político local antigo e atual, o que nos remete a ideia de que não somente de belezas naturais, culturais vive nossa cidade. Também existem trechos que podem ser trabalhados em sala de aula por alunos de ensino fundamental e médio, revelando muito sobre o cotidiano da vida ribeirinha.
O autor João Batista, também é Presidente da Academia de Letras Cametaense, que este ano foi homenageada pela Escola Amor e Samba no desfile das Escolas de Samba. 

Outra de suas obras que valorizam a cultura cametaense chama-se "Literatura de Cordel, o Ribeirinho no passado e nos dias atuais". 



Em trechos da obra pode-se observar o cenário cametaense e as diversas fases da vida de um típico morador da região ribeirinha de Cametá com muito humor e crítica, a seguir alguns trechos que eu destaco para vocês:

 "A vida do ribeirinho
é como uma roseira,
hora enfrenta espinho, 
hora não tem, nem beira e nem eira.

(...)Lhe digo que este menino já assuletra até cantando.
Eu não tô compadre brincando 
Ele tem um bom tino
Aprendeu sozinho, tudo direitinho

Ele aprendeu a fala filho da puta
é o que mais da boca dele se escuta
É um cara que dá nó em vento, se bobar até em redemoinho.
Um dia desses falei que ele é ligeiro igual ao seu padrinho."

Neste trecho a seguir, podemos observar a crítica ao cenário político local:
"O político sem contar até três
Dispara só de uma vez,
Compadre, eu já sabia que seu filho iria lecionar,
desde quando em mim começou a votar

(...) Compadre, esse negócio de lecionar no interior,
de cara já é um grande favor,
tanto de professor,
quanto do político que lhe indicou.

Embora seja meio do ano
Ninguém mais está contratando,
Mas sei o que vocês estão passando,
Vou contratá-lo e, em mim, continue votando.

Era assim como tudo funcionava 
O ribeirinho ali continuava
Seu filho logo empregava
O filho dos outros fingia que estudava
E o professor dizia que ensinava.

(...) Aos filhos da palafita, 
era ensinar a matemática maldita,
o português da francesa erudita
e o decoreba da ciência,
sem nenhuma experiência."

Alguma semelhança com a política atual? Pois é, rico em críticas essa obra curta, porém de suma importância encontramos também as mudanças ambientais e sociais que podem ser interpretadas e estudas em sala com os alunos. Curtiu? Logo mais tem dica de outros livros de autores cametaenses aqui  no blog. Não percam!

Entrevista a Flávio Gaia, ex secretário de Cultura de Cametá.


Flávio Gaia.
Quem não gosta de um barzinho com os amigos em um final de semana? Agora um bar com uma variedade de história e cultura sobre Cametá, ninguém resiste. Vida boêmia e muita coisa para aprender  no Bar do Gato, que já é tradição na noite cametaense. Ex-Secretário de Cultura da cidade, Flávio Gaia reúne peças, objetos e bebidas do nosso cenário que você vai conhecer nesta entrevista maravilhosa.
1- Como surgiu o seu vasto acervo sobre a cultura e história cametaense?
A minha casa sempre foi rica em cultura, a minha mãe é professora e meu pai é dono do bar e eu fui criado nesse meio cultura. Eu trabalhei na UNEDEC na festividade de São João, muita coisa em Cametá é rica em cultura como seu povo, samba de cacete, Mestre Cupijó que fui um grande amigo e até hoje tenho seu quadro na parede e fui criado em meio a isso. Além de ter sido convidado para trabalhar na biblioteca que me trouxe mais vontade de trabalhar com isso.

 2- Como é para você ser dono de um estabelecimento que é referência em Cametá por seu turismo cultural?
É uma honra, pois eu  sempre quis oferecer algo diferente ao público cametaense. Hoje em dia recebo visita de pessoas de outras cidades e estados que ficam bastante curiosos com nossa cultura e fazem inúmeras perguntas sobre a coleção.

3- Que bebidas locais são as mais pedidas dos clientes?
Nós temos licor, meu pai os fabrica, temos de frutas como Jenipapo, Jacaiacá, taperebá e eles se tornaram referência no  bar.

4- Como os clientes reagem a famosa Cachaça de Jambú?
A cachaça de Jambú virou febre no Pará, ela é encontrada em diversos estabelecimentos na cidade. Aqui as pessoas de fora ficam bastante impressionadas com o sabor.

5- Quais itens da sua coleção você destaca pela importância no cenário da história cametaense?
Eu tenho o sax do Mestre Cupijó, foi deixado por ele mesmo por mim. O maior referencial de história do Mestre Cupijó está no Bar do Gato.

Entrevista ao empresário Durval Marcos.



Durval Marcos Neto (aquarista e empresário)

    Que nossa região é privilegiada com uma vasta riqueza de fauna e flora todos sabemos, o que ressalto hoje é como o aquarismo pode ser divertido e importante para questões ambientais da nossa cidade. Ensinar nossas crianças e adolescentes sobre a importância da preservação do meio ambiente, preservação de nossas espécies e aprender sobre isso na prática é essencial. Este hobby tem ganho destaque entre os cametaenses e é por isso que hoje você vai conhecer um pouco mais sobre o universo do aquarismo em Cametá através da entrevista com Durval Marcos.

    1.  Quando foi seu primeiro contato com o mundo do aquarismo e que influenciou você a começar no hobby?
    Meu primeiro contato foi nas idas a feira livre com meu pai ou a minha mãe para comprar almoço. Eu sempre passava em frente a um box que era uma espécie de petshop que vendia de tudo para peixes, cães e gatos. Lá eu vi aquários pequenos, eu juntei dinheiro e em umas das idas comprei um aquário de 30cm onde eu enchi de peixe e em pouco tempo haviam todos morrido. Não tinha experiência, não conhecia e nem o próprio dono do petshop sabia instruir ou tinha conhecimento do assunto, apenas vendia. Depois de um tempo, no mesmo local chegou um aquário de 1 metro, juntei dinheiro e o comprei. Com curiosidade comecei a pesquisar na internet sobre o assunto por gostar, nesse período comecei o estudo do aquarismo que continuarei enquanto estiver no ramo. Fui aprendendo cada vez mais e comprando materiais online, dessa maneira descobrindo o mundo do aquarismo.

     2.  Quando resolveu transformar o hobby em negócio?
    Em 2016 depois de ter ficado desempregado e consequentemente ter trancado a faculdade e já no hobby há nove anos, um amigologista e um amigo que é importador de peixes me deram a ideia de abrir a loja em Cametá, depois do sucesso de uma página do facebook que eu havia criado com o intuito de divulgar o hobby na cidade e fazer uma prospecção para quem sabe um negocio extra no futuro, para vender para algumas pessoas em Cametá, nada na proporção que é hoje, mas faltava o meio financeiro para abrir o negócio. Foi então que um amigo se propôs a emprestar o dinheiro para investimento. Vim para Cametá de vez e dei início as obras mas ou menos em maio/junho de 2016, neste dia 27 a loja completa 2 anos.

    3.  Quais as principais vantagens e desvantagens do aquarismo em uma região amazônica?
  Sobre as vantagens e desvantagens, se não me engano a região amazônica abrange 90% da fauna de peixes ornamentais do Brasil, isso é incrível, pois conseguimos encontrar peixeis ornamentais na praia da Aldeia, podemos encontrá-los no Cupijó e em qualquer lugar da cidade podemos encontrar peixes ornamentais que são vendidos em São Paulo, China e Europa. Porém os maiores criadores de peixes ornamentais do Brasil ficam todos fora do estado, não sei se por falta de incentivo, não sei se por falta de interesses dos paraenses pois existem muitas espécies e poucas pessoas se interessam para fazer algo comercial. Porém a vantagem é essa, você pode montar um aquário, preparar o sistema e coletar os seus próprios peixes aqui na região, basta chamar um amigo, um parente e vai para o rio, igarapé e consegue montar uma fauna incrível no seu aquário sem ter que sair da cidade, sem precisar comprar em loja. A desvantagem é que os peixes que vem de fora para a cidade chegam um pouco mais caros devido a frete para chegar em Belém, frente para o porto, frete para chegar em Cametá. A falta de conhecimento também acaba afastando as pessoas de iniciarem no hobby, coisas como o fato de não precisar secar o aquário inteiro para manutenção, essas são as principais vantagens e desvantagens do hobby na região.

  4. Quais as espécies de peixes são suas favoritas e mais procuradas pelos clientes?
    Minhas espécies favoritas são os peixes amazônicos como o acará bandeira, acará disco, algumas espécies de cascudo, peixes nacionais ou da nossa região, peixes brasileiros. Os mais procurados são os coloridos como véus, carpas, molinésias e os bettas. São os peixes mais procurados da loja, são simples e baratos.

    5. Quais projetos e aquários você pode destacar em sua carreira como aquarista e empresário?
    Os aquários que mais se destacaram na loja um foi o aquário "Bob esponja" que acabou fazendo sucesso incrível, e dois modelos que tenho na loja um deles é um aquários plantado totalmente com produtos naturais, troncos natural e um aquário 90% natural batizado "Rio Cupijó" que é uma réplica quase fiel de um rio que banha as proximidades de nossa cidade.


A seguir alguns dos incríveis aquários que você pode encontrar na loja "Aquafish Aquários Cametá":
Aquário com peixes e plantas de água salgada.

Aquário vertical plantado.

Aquário 100% natural.

Entrevista com o Secretário-Adjunto da SECULTD de Cametá.

 
Christian Pereira (Secretário-Adjunto da SECULTD de Cametá)

Nossa cidade é umas das mais antigas do estado e é destaque na cultura paraense por sua variedade de história. A cada localidade, praia, rua, praça, escola ou monumento somos remetidos a essa cultura que engloba nossa música, culinária, modo de falar tão particular que nosso blog não poderia deixar de fora uma entrevista tão importante. Hoje você vai conhecer um pouco mais sobre a SECULTD pelas palavras de Christian Pereira, seu Secretário-Adjunto, cujo o trabalho envolve inúmeras secretarias e enaltece a história, cultura e sociedade camentaense através de seus festivais e projetos sociais.


1- Uma secretaria tão importante para uma cidade histórica como Cametá, atua em consonância com outras secretarias?
Atua sim, porque a SECULTD, está sempre disposta a somar com as outras secretarias, somos convidados para expor nossos projetos, mostrar apresentações de nosso Ballet, artesanatos, entre outras coisas como convidar grupos culturais, para qualquer evento de qualquer secretaria do município.

2 – O que o senhor destacaria do turismo cultural da cidade?
Temos sem dúvida o melhor Carnaval do Pará, que todo ano temos um público exorbitante, onde eles podem presenciar, a bicharada do juaba, os linguarudos, fofo das virgens, carnaval das águas, fofo dos pretinhos que teve seu público recorde esse ano mais de 3 mil pessoas, e além do mais nosso turismo religioso, que cada vez estamos recebendo público maior em destaque Festividade de São João e Festividade São Benedito.

3 – Quais os desafios de uma secretaria de cultura em um a região ribeirinha?
Mostrar e valorizar nossos grupos culturais, que na maioria das vezes são de regiões ribeirinhas como os linguarudos, bicharada e carnaval das águas, onde tem dificuldades de locomoção para eventos em nossa cidade, continuar com o FEMUCA Festival de Música Cametaense, onde nossos cantores e compositores têm a chance de mostrar seu trabalho autoral em frente ao público cametaense, valorizando assim todos.

4 – Comente sobre as oficinas e projetos da SECULTD?
A Escola Arte Mestre Cupijó conta com as seguintes oficinas, como violão, bateria, crochê, pintura em tecidos, artesanato e ballet, atende crianças, jovens, adultos e idosos, nos horários da manhã e tarde, mais de 300 alunos fazem parte de nossas oficinas, que seus resultados são expostos em datas comemorativas do município, projetos de outras secretarias, comunidades entre outros lugares.

5 – Para finalizar, conte as novidades que vêm para Cultura Cametaense.
Estamos com vários projetos no papel para ser realizado futuramente com nossos alunados e para a sociedade, outro formato de domingueira (domingos que antecedem o carnaval), o carnaval 2019 terá surpresas para os brincantes, acontecerá mais apresentações de nossos grupos culturais para a população, queremos nossa agenda totalmente cheia no ano de 2019.


quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Entrevista ao empreendedor Durval Damasceno Junior.

Durval Damasceno, com o famoso Filhote ao molho de camarão regional.
Um dos meus compromissos é realizar entrevistas toda a semana para vocês. Nesta semana com toda a certeza a entrevista foi D-E-L-I-C-I-O-S-A, por assim assim dizer, com o dono do Restaurante Caldo & Cia que há anos faz parte do cenário da culinária cametaense.


1. Como começou com a ideia de um restaurante com pratos típicos paraenses e cametaenses?


A ideia era criar um ambiente diferenciado, ao ar livre para se relaxar e com comida boa. Um espaço amplo e diferente a ser oferecido no município.

2. Que pratos da culinária local você destacaria e que mais são pedidos pelos clientes?

Nós temos o Filé de peixe ao molho de camarão, pirarucu frito, charque e o filhote frito que são os mais procurados, também temos os caldos com ingredientes da região e entre os mais pedidos o de mandioca.

3. Como ingredientes da região tocantina fazem a diferença na culinária local?

Os clientes procuram mais os pratos com ingredientes típicos da região, não posso deixar de destacar a "Caldeirada" que tem bastante procura.

4. Você recebe muitas pessoas de outras cidades e estados que experimentam pela primeira vez os caldos com ingredientes locais que são destaque em seu restaurante, o que esses clientes falam sobre a experiência?


Os clientes elogiam muito os ingredientes e receitas da região, gostam muito do filhote, as pessoas de fora costumam levar o peixe e sempre quando voltam a cidade não deixam de pedir.

5. O que você prioriza e destaca no espaço físico do restaurante para manter um ambiente agradável e regional?


O verde das plantas e das árvores tem prioridade no restaurante, estou criando lagos com plantas e peixes da região tocantina e os clientes ficam maravilhados com a novidades, as crianças adoram.

Foto: Laila Cardoso